Terça-feira, 17 de Outubro de 2017
22-10-2013

Investigação apura mudança de rota de avião que caiu


  • Imprimir
  • Compartilhar
Fonte da Imagem: Divulgação

O motivo da mudança de rota do monomotor que caiu sábado de manhã, numa fazenda entre Miranda e Corumbá, é uma das linhas de investigação cujo desfecho poderia apontar a razão de um dos piores acidentes aeronáuticos já ocorrido no Pantanal sul-mato-grossense.

Na queda morreram cinco pessoas, entre as quais uma criança e uma mulher grávida. Em março de 2010, na Nhecolândia do Pantanal, quatro militares do Exército morreram após a queda de um helicóptero Esquilo.

O monomotor guiado pelo pecuarista Ricardo Jardim Almeida, 48, caiu a 800 metros da pista da fazenda Mirador, que não era credenciada oficialmente para pousos, segundo amigos da família.

A ideia de Almeida, que pilotava havia dois anos, era a de decolar o avião na pista da fazenda Gertrudes, na Nhecolândia do Pantanal, já em Corumbá, autorizada oficialmente para pousos.

Por razões ainda desconhecidas, o pecuarista mudou o trajeto e pousou na fazenda Mirador, sua propriedade.

Antes da queda ele fez um comunicado de alerta aos controladores de voos e logo sumiu.
Isso ocorreu por volta das 7h da manhã de sábado, 1h30min depois de a família ter decolado do aeroporto Teruel, em Campo Grande.

O avião caiu e explodiu. Os corpos foram resgatados anteontem à tarde e o velório ocorreu ontem. Para um amigo do pecuarista uma cerração pode ter causado a queda do avião.

Além do pecuarista morreram na queda a mulher dele a relações públicas Fernanda Braga, 35, gestante, Valentine, filha do casal, de um ano de idade, a babá Micheli Dias, 18 e o capataz de fazenda Rudnei Monteiro, 50.


Fonte: Correio do Estado

  • Imprimir
  • Compartilhar